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  • sexta – ABERTURA

    20H-22H: ESPETÁCULO 1 – SODADE

    Grupo nome: Panorando Cia e Produtora (Manaus/AM)
    Redes sociais: @panorando

    Sinópse: “Sodade” aborda o imaginário nordestino como principal gatilho para a criação das cenas, inspirando-se, principalmente, em suas crenças e em situações cotidianas. Após a perda de um amigo, um grupo de amigos revivem momentos passados de quando este grupo estava completo. Lembranças de romances, diversão e conflitos endossam o que a saudade quer dizer, ou melhor, o “sodade”. Com o desafio de adotar uma narrativa e, ao mesmo tempo, ater-se à linguagem corporal da Dança, o processo foi mergulhado em referências clownescas e do Teatro de Rua.

    Ficha técnica: Direção: Fábio Moura. Assistência de Direção: Talita Menezes. Coreografia: O Grupo Elenco: Benner Siqueira, Fernando C. Branco, Lorena Cavalcanti, Louise Pascarelli, Reysson Brandão e Talita Menezes. Iluminação: Fábio Moura. Produção: Fábio Moura, Talita Menezes e Marcos Telles. Elementos Cênicos e Pesquisa Musical: Fábio Moura e Talita Menezes. Ilustrações: Frank Kitzinger Colaboração: Jean Palladino, Juca Di Souza e Thiana Colares.

    Minibio: Fundada em 2016 visando a integração de egressos de diferentes graduações das artes em Manaus, logo se estabeleceu como produtora de eventos e com a montagem de espetáculos de Dança e Teatro. Entre seus projetos, destacam-se o “Festival 5 Minutos em Cena” e o “EH2N – Encontro de Hip Hop No Norte”. No portfólio do coletivo constam os espetáculos: in process: curumins (2017), Notas Sobre Ela (2017), 1960: título interino (2018), Jamais Fomos Modernos (2018/2019) e Sodade (2019/2020), com os quais já se apresentou em diferentes Estados.

    22H-23H: BEIRA! NOCHES


    Grupo nome: Gabriela Clavo y Canela (Mendoza/ARG)
    Redes sociais: “Facebook: @gabrielaclavoycanelatiteres INSTAGRAM: @gabrielacespedes5”

    Sinópse: “En un viejo teatro, hoy, no hay función. Y en la soledad de su camarín, ella deja todo ordenado para esperar ese instante de pasaje. ¿Realidad o ensueño?”

    Ficha técnica: “IDEA, REALIZACIÓN DE TÍTERES Y ESCENOGRAFÍA: Gabriela Céspedes INTERPRETACIÓN: Gabriela Céspedes MUSICA ORIGINAL: Emilio Juárez PINTURA DE CAJA E INTERIORES: Luis Melo FOTOS Y EDICION DE VIDEO INTERIOR: Paola Alonso.

    Minibio: Gabriela Céspedes comenzó su actividad teatral en 1.988 de la mano de Mariú Carreras. Participó en festivales nacionales e internacionales. Dicta talleres en todas las áreas del teatro de títeres. Ha recibido los premios: segundo puesto al mejor espectáculo, con la obra El Aprendiz, en el Primer Festival Internacional de Títeres, TITIRITAY 2004. A la trayectoria en la “Segunda Edición del Premio Nacional Javier Villafañe para Espectáculos de Títeres y Objetos para Niños y Adultos”; 2014; premio Raíces en el rubro Artes, Mendoza 2015.

    Atração Musical: Suraras do Tapajós
    Minibio: Em abril 2018 surgiu o primeiro grupo de carimbó do Oeste do Pará composto somente por mulheres e o único do Brasil composto somente por mulheres indígenas, eram as Suraras do Tapajós mais uma vez colocando a figura feminina em evidência, mostrando que podemos ocupar todos os espaços. O grupo de carimbó tornou-se a partir de então mais uma valiosa ferramenta para darmos voz à nossa missão, alcançando espaços que talvez fossem mais difíceis de acessar senão através da música para passar nossa mensagem. Além do tradicional carimbó de artistas paraenses consagrados, também apresentamos músicas autorais no mesmo ritmo além de composições em Nhengatu – língua geral falada pelos povos do Baixo Tapajós. Trabalhamos a música como forma de resistência, fazendo com que a voz dos povos indígenas ecoe muito além de seus territórios. Em 2019, participaram do I Festival de Música Indígena Contemporânea, realizado em São Paulo e em 2020 apresentaram a música das mulheres indígenas do Baixo Tapajós no SESC Pompeia.

  • SÁBADO
    16H-17H: DIÁLOGO – FESTIVAIS
    Debatedores:’- Juliana Monique: Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC/UNEB), Atriz e diretora da Companhia de Artes Elementos, consultora em Gestão e Projetos Culturais da SouZ e Coordenadora de Produção da Pele Negra – Escola de Teatro (s) Preto(s) e dos Estudos em Teatro Negro, Produtora do Festival de Artes Elementos, AFROARTE – Festival de Artes de Camaçari e do ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras, do Grupo de Samba de Roda Mirim Raízes do Paraguaçu e Cia da Mata. Professora da Rede Estadual da Educação Profissional da Bahia no CEEP em Gestão Severino Vieira.

    20H-22H: ESPETÁCULO 2 – XABISA Grupo nome: Michelle Sá e Alexandre de Sena (Belo Horizonte/MG)
    Redes sociais: @xabisa.espetaculo

    Sinópse: Xabisa é uma palavra da língua Xhosa, dialeto de origem sul-africana, que, em português, significa “Valorize”. No espetáculo de mesmo nome, duas pessoas estão em uma caverna onde, separadas, buscam por riquezas. A caverna remete ao Mito de Platão, à escravidão negra e, também, à exploração de ouro no Brasil. Ao procurar por preciosidades, entre obstáculos físicos e socioculturais, os personagens encontram a si mesmos. O trabalho propõe um encontro cultural afro-brasileiro, trazendo referências da cultura bantu, da dança Gumboot – ambas originárias da África subsaariana – e da arte do palhaço, utilizando uma linguagem teatral negra contemporânea e cômica.

    Ficha técnica: “Elenco: Michelle Sá e Alexandre de Sena. Direção Coletiva: Esio Magalhães, Michelle Sá e Alexandre De Sena. Roteiro dramatúrgico: Michelle Sá e Alexandre de Sena Preparação Vocal: Josi Lopes. Preparação Corporal: Nath Rodrigues Direção Musical: Stanley Levi Iluminação: Edimar Pinto Produção executiva: Aristeo Serra Negra.

    Minibio: Os artistas Michelle Sá, Alexandre de Sena e Aristeo Serra Negra não se definem como um grupo ou uma companhia, mas como um aquilombamento que intenciona fortalecer nacionalmente redes pretas. Os integrantes deste projeto se conhecem e entrecruzam em várias experiências e fazeres cênicos profissionais. Xhosa é uma língua bantu falada por milhões de pessoas na África do Sul, nela encontra-se a palavra “XABISA”, em português “Valorize”. Nesta obra, duas pessoas negras que pretendem deixar evidente seus corpos/pele em cena. Estreado em 2018, “XABISA” participou da segunda PRETA (Belo Horizonte/MG), do Festival de Arte Negra – FANBH, Festival de Inverno de Ouro Preto/MG, do SESC Fest Clown (Brasília/DF) e da 31ª Semana Luís Antonio Martinez Corrêa – em Araraquara/SP. A obra também foi contemplada no Prêmio Leda Maria Martins de Arte Negra na categoria “Muriquinho”.

  • DOMINGO
    14H-15H: ESPETÁCULO INFANTIL – KARINGANA UA KARINGANA

    Grupo nome: com Grupo Baquetá (Curitiba/PR)
    Redes sociais: @grupobaqueta

    Sinópse: Contar uma história é encontrar as sementes e puxar da raiz a nossa própria história. Essas são chamadas de karinganas em Moçambique, um dos 55 países do Continente Africano, e divertem e ensinam adultos e crianças. Para que a história comece, o contador grita: “Karingana ua Karingana?” E quem ouve, responde: “Karingana!”. As karinganas, contadas em roda, são ricas em ritmos, danças, cores e ancestralidade. De onde vem nossas raízes?

    Ficha técnica: “Texto: Kanêga Santos Composições: Kanêga Santos e André Daniel Elenco: André Daniel, Kanêga Santos e Maycon Souza Trilha sonora: Maycon Souza Figurinos: Leonilda Santos e Naiarte Adereços: Olho Místico Cenário: Maikon Silva e Naiarte Produção: Kanêga Santos “

    Minibio:O Grupo Baquetá, nasceu em Curitiba-PR em 2009. Pesquisa e desenvolve espetáculos multiartes com foco nos saberes da diáspora africana e dos povos originários do Brasil, com o objetivo de mostrar toda força e potência desses povos, transformando preconceitos e estereótipos em valorização e respeito.

    16H-17H: DIÁLOGO – GRUPOS INICIANTES
    20H-22H: ESPETÁCULO 1 PROAC – FUNMILAYO AFROBEAT ORQUESTRA
  • SEGUNDA
    11H-13H: OFICINA – DANÇA E POESIA DO RESGATE CULTURAL AFRO-BRASILEIRO

    15H-17:30: OFICINA – SABERES INDÍGENAS E MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS NA AMAZÔNIA

    20H-22H: ESPETÁCULO 2 PROAC – CORPO FECHADO

    Grupo nome: Cia. Estado Criativo (São José dos Campos/SP)
    Redes sociais: @ciaestadocriativo @jean.fabio.5074

    Sinópse: Antonico das Águas é um viajante que tem a missão de levar a todos a proteção contra “o bicho que mata o homem”. Para provar que não é um charlatão, ele conta como se tornou um grande benzedor ao fechar o corpo de um sujeito covarde, que pra defender a honra de sua noiva, precisou enfrentar o terrível matador da região.

    Ficha técnica: “REALIZAÇÃO: Cia Estado Criativo e Cia Na Boca ATUAÇÃO E DRAMATURGIA: Jean Fábio DIREÇÃO E ILUMINAÇÃO: Feu Andrade “

    Minibio: Corpo Fechado é um espetáculo fruto da parceria entre duas Cias: Cia Estado Criativo (SJCampos/SP) – Criada em 2013 por Jean Fábio para o desenvolvimento de solos teatrais autorais; Cia Na Boca (Jacareí/SP) – Fundada em 2008 a partir do anseio da atriz Paola Gonçalves em desenvolver a técnica do ator-criador.

  • TERÇA
    11H-13H: OFICINA – DANÇA E POESIA DO RESGATE CULTURAL BRASILEIRO

    15H-17:30H: OFICINA- SABERES INDÍGENAS E MANISFESTAÇÕES ARTÍSTICAS NA AMAZONIA

    20H-22H: ESPETÁCULO 3 PROAC – ROLETA DRAG

    Grupo nome: Roleta Drag (São Paulo/SP)
    Redes sociais: @roletadrag

    Sinópse:Roleta Drag Online é um show de variedades entre artistas Drags que apresentam diferentes gêneros e expressões artísticas, gravado para produzir seis apresentações disponibilizadas abertamente ao público. O espetáculo se inicia com a apresentadora Priscilla que convida suas colegas artistas drag Vee, Lyra e Filipa para explorarem suas potencialidades performativas através do sorteio da roleta. As artistas são incitadas a criarem performances a partir de expressões como teatro, circo, canto, música, dança, humor e poesia. A cada apresentação um conjunto diferente de possibilidades performáticas se constrói, levando ao público a diversidade da arte drag de uma maneira dinâmica, plural e interativa.

    Ficha técnica: Direção: Priscilla Queer (Kadu Tavares – direção, apresentação, performance), Lyra D’Lírio (Be Zilberman – produção e performance), Filipa Luz (Higor Domingues – performance), Vee Wayward (Ana Victoria – performance), Dê Kelm (câmera e direção de fotografia), Rosa Caldeiras (Câmera), Hewerton Borges (cenografia), Lui Castanho (assistente de produção), Carlos Rei Rai Gomes (iluminação), Ana di Castro (fotografia), Maicon Braga (design gráfico e social media).

    Minibio:”O grupo Roleta Drag é composto pelas artistas Priscilla, Lyra D. Lírio, Vee Wayward e Filipa Luz, quatro drag queens da cena paulistana independente. Priscilla desenvolve trabalho no humor há quatro anos e é apresentadora e hostess em bares e casas de shows; Lyra é artista circense, além de cineasta e produtora cultural; Vee Wayward é atriz, cantora e performer, também atuando na organização de eventos LGBTQIA+ e de arte marginal; e Filipa Luz é performer, artista cômica e de sensibilidade poética. Roleta Drag se forma partir da necessidade de criar espaços e oportunidades para diferentes expressões artísticas e de identidades, em especial a partir da quarentena, que nos convidou a explorar diferentes recursos e formas de apresentar e consumir arte. Assim, a pesquisa se inicia em março de 2020, tendo produzido e circulado o espetáculo homônimo de forma virtual em apresentação pela Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Biblioteca Pública Anne Frank. Em 2021, o grupo vem produzindo uma temporada de seis episódios a partir do financiamento do ProAC LAB, buscando a continuidade em explorar diferentes modalidades artísticas: dança, canto, teatro, poesia, circo e humor. Dessa forma, cada montagem e apresentação do Roleta Drag Online proporciona ao público uma experiência diferente, transformando a pesquisa cênica das artistas em dinâmica e em constante reformulação.

  • QUARTA
    11H-13H: OFICINA – DANÇA E POESIA DO RESGATE CULTURAL AFRO-BRASILEIRO

    15H-17:30H: OFICINA – SABERES INDÍGENAS E MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS

    20H-22H: ESPETÁCULO 4 PROAC – 10 anos de BGirls: nossa história com os Beatles


    Grupo nome: BGirls – Beatles por elas (Campinas/SP)
    Redes sociais: @beatlesporelas

    Sinópse: “O projeto “”10 anos de BGirls: nossa histórias com os Beatles”” é uma turnê virtual idealizada a partir do trabalho da banda BGirls – Beatles por elas, um tributo feminino aos Beatles mundialmente conhecido, criado em 2010, na cidade de Campinas – SP. A banda, que já ocupou os mais variados palcos do Brasil e do mundo (EUA, Reino Unido e Itália), incluindo o Cavern Club em Liverpool, aposta em uma linguagem autêntica para prestar reverência a seus ídolos, sem precisar se prender às formalidades de um trabalho cover e entregando muita energia e personalidade por onde passa! Ao longo dos 3 meses de projeto, serão realizados 6 shows diferentes, de maneira totalmente virtual e ao vivo. Os espetáculos serão distribuídos em ordem cronológica, levando em conta a trajetória da BGirls – Beatles por elas e, neles, serão recordados repertórios especiais e marcantes para a história da banda, essenciais às conquistas alcançadas na última década. A turnê virtual “”10 anos de BGirls: nossa história com os Beatles”” é um resgate às memórias desses últimos 10 anos e também um agradecimento especial aos esforços daquelas quatro garotas de 2010 que, assim como os garotos de Liverpool, acreditaram em seus sonhos e, apoiadas pela obra deles, cresceram e levaram sua arte aos palcos de todo o mundo com paixão, representando o Brasil, representando as mulheres.

    Ficha técnica: “Bruna Luiza Bellico Neves Guitarra e vozes Juliana de Lima Milasseno Baixo, guitarra, violão, piano, viola e vozes / Diretora artística / Produtora executiva e audiovisual Mariana Cristina Tozzi Miccoli Guitarra, violão, piano, baixo, gaita e vozes Yara Marques Paula de Oliveira Bateria e vozes Leonardo Lourenço Roadie / Assistente de palco / Guitarra, violão e vozes, convidado para a Live 2 Aline Ribeiro e Silva Guitarra, synth e voz, convidada para a Live 5 Daniel Renan Moretti Responsável pela transmissão ao vivo.

    Minibio:”Elas descobriram uma paixão incondicional em comum: The Beatles. Em 2010, do anseio de homenagear seus ídolos, nasce a BGirls – Beatles por elas, na cidade de Campinas. Hoje, com Bruna Neves, Juliana Milasseno, Mariana Miccoli e Yara Oliveira, contando com o amadurecimento e suas experiências de mais de 10 anos de estrada, a BGirls – Beatles por elas, promete um show único, com muita personalidade e energia, convidando o público para uma contagiante celebração da obra deixada pela maior banda da história!

  • QUINTA
    11H-13H: OFICINA – DANÇA E POESIA DO RESGATE CULTURAL AFRO-BRASILEIRO
    15H-17:30H: OFICINA – SABERES INDÍGENAS E MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS
    20H-22H: ESPETÁCULO 5 PROAC MATRISTICA RELICÁRIO
    Grupo nome: Cia. do Santo Forte (São José do Rio Preto/SP)
    Redes sociais: @ciadosantoforte

    Sinópse: Em homenagem às suas ancestrais, artistas de diversos gêneros se olham no espelho e reconhecem além dos aspectos físicos, traços de personalidade e ancestralidade. Cada artista reflete sobre as suas histórias e percebe que mesmo com suas diferenças, assim como as águas, crescem quando se encontram.

    Ficha técnica: DIREÇÃO Tauane Santo Forte / EDIÇÃO Zé Tomaz e Dániel Santo Forte / CAPTAÇÃO DE IMAGENS Zé Tomaz; Dániel Santo Forte; Lupercio Ponce / CAPTAÇÃO DE SOM Nathalia Fiorani / DEPOIMENTOS Aguinaldo Moreira de Souza; Dániel Santo Forte; Fabiana Abranches; Inajara Fabiana; Reni Trombi e Vanessa Cornélio / PROVOCAÇÕES Aguinaldo Moreira de Souza; Zeca Ligiéro; Kiusam de Oliveira e Rayra Maciel / FOTOGRAFIAS Dániel Santo Forte e Tess Marcondes / PARTICIPAÇÃO DAS PERFORMANCES Tauane Santo Forte; Jessica Zago Paladino; Lia Maura Barros; Lili Caffe; Nicole Marcondes; Tess Marcondes; Thiago Campos; Bruno Marques; Erick Guerra; Luiz Giwllyan Martins; Prophanys; Yndy Junior; Reni Trombi; Fabiana Abranches; Inajara Fabiana; Vanessa Cornélio; Dániel Santo Forte e Jorge Augusto.

    Minibio:A Companhia do Santo Forte de Artes Cênicas trabalha com figuras e elementos sagrados e profanos para rever o protagonismo feminino inspirada na Umbanda e no Candomblé. O grupo atua há seis anos em São José do Rio Preto com o aprofundamento da pesquisa sobre os “Arquétipos da Umbanda para o trabalho do ator”, que Tauane Santo Forte iniciou no ano de 2011, ainda no curso de Artes Cênicas da UEL – Universidade Estadual de Londrina.

  • SEXTA
    11H-13H: OFICINA – DANÇA E POESIA DO RESGATE CULTURAL AFRO-BRASILEIRO

    15H-17:30: OFICINA – LIBRARIA ATÉ ÀS 18H

    20H-22H: ESPETÁCULO 4 MARIA FIRMINO DOS REIS – UMA VOZ ALÉM DO TEMPO
    Grupo nome: Júlia Martins (São Luiz/MA)
    Redes sociais: @juliamartinsatriz

    Sinópse: O espetáculo faz uma releitura sobre a vida e obra da primeira romancista afro- brasileira da história, Maria Firmina dos Reis. Em paralelo a vida de Firmina, a atriz Júlia Martins, pesquisadora da escritora maranhense, trás a sua história de vida e de outras mulheres e homens negros que se intercalam com a história de vida de Maria Firmina dos Reis. Firmina é símbolo de resistência e luta contra a escravidão, seu discurso é o nosso passado, presente e futuro.

    Ficha técnica: “Elenco: Júlia Martins Direção: Leônidas Portella Cenário e Figurino: Marlene Barros e Marcos Ferreira Confecção de cenário: Ed Lima Iluminação: Renato Guterres Trilha sonora: Beto Ehongue Produção: Afrodite Produções “

    Minibio:A Afrodite Produções é uma empresa do ramo de Produção Cultural sob coordenação da Produtora Cultura e Atriz Júlia Martins. A empresa é especializada em escrita de projetos, produção de eventos artísticos, elaboração, representação e produção de trabalhos artísticos, consultoria e treinamento. Dentre seus principais trabalhos estão: Produção da exposição “Eu Tenho a tua cara”, e Os Fazeres da Clausura Feminina (contemplado no Edital Funarte RespirArte 2020) da artista visual Marlene Barros, Produção do espetáculo “Maria Firmina dos Reis, uma voz além do tempo”, contemplado no Edital de Patrocínio Banco da Amazônia e Edital Funarte de Teatro Virtual 2020; Produção do filme “Nambuaçu,promessas são promessas”, dentre outros.

  • SÁBADO
    16H-17H: DIÁLOGO – CULTURA NA BEIRA
    20H-22H: ESPETÁCULO 5 – ENTRE ELAS

    Grupo nome: @ciaarmarias
    Redes sociais: @panorando

    Sinópse: Três amigas se encontram para compartilhar um café e o anúncio de um noivado. Durante esta breve convivência, traços de suas identidades são reveladas por provocações que surgem “Entre Elas”e por questões externas ditadas pela estrutura do sistema em que vivem.

    Ficha técnica: “Direção e Dramaturgia: Ricardo Rodrigues Produção: Armárias Circo Elenco: Karen Nashiro, Munique Tavares e Priscila Cereda Trilha Sonora: Ivan Alves e Wilton Santos Figurino: Armárias Cenografia: Liza Gianetti Luz: Greta Liz

    Minibio: A Cia Armárias nasce em 2017, do encontro de três artistas circenses na SP escola de teatro, em busca de aprimoramento técnico e desenvolvimento artístico. Desse encontro se desenvolve a pesquisa em um aparelho circense auto-portante que faz a releitura do aparelho quadrante e ressalta o desejo de discutir sobre o universo feminino. Em 2017 a Cia recebe o convite para participar da “Noite de Gala do Circo”no Teatro Municipal de São com o espetáculo “O vidro na visão do passarinho”, com direção de Hugo Possolo e Nelson Baskervile. Participou do projeto J`AM de circo, no Tendal da Lapa coordenado por Érica Stoppel, Monica Alla e Irmãos Sabatinos. Em 2018 participa da Virada Cultural em SP, apresentando fragmentos separados de cada integrante do coletivo. Em 2019 a Cia se recolhe em uma nova pesquisa para a criação do espetáculo “Entre Elas” surge a vontade e a necessidade de discutir o tema da violência contra a mulher, é quando o grupo decide convidar Ricardo Rodrigues para assumir a direção. Em 2019 “Entre Elas” se apresenta no Festival Internacional de Circo, na Virada Cultural e no Circuito Cultural Paulista (circulando por 5 cidades do interior de SP através da APAA), o espetáculo foi se modificando, sofrendo ajustes até obter sua versão final. Em 2019 estrearam no Sesc Av. Paulista. Sesc Registro. Sesc Santos. Sesc São Gonçalo no Picadeiro Móvel (o circo é delas).

  • DOMINGO
    16H-17H: DIÁLOGO – POLÍTICAS PÚBLICAS
    20H-22H: ESPETÁCULO 6 – GATO NEGRO; ESPETÁCULO 7 – LALÁ ILEGUÉ PARA NASCER

    Grupo nome: Tatiana Santana e Lalo Moro (Buenos Aires/ARG)
    Redes sociais: @tatianasantanam @lalo.moro

    Sinópse: “Lala se cuela en la bodega de un avión para viajar a Buenos Aires a cumplir su sueño de ser una estrella. El encierro la hace delirar y entre fantasía y realidad va a enfrentarse a su destino con sabor tropical. Síntesis argumental Lala es una drag queen que, harta de su pueblo, se cuela en la bodega de un avión hacia Buenos Aires. Quiere documentar la experiencia y recorre sus vivencias personales e influencias artísticas: Blancanieves, Selena, su abuela, su padre y sus amigas. Decide ponerse el objetivo de escribir una canción durante el vuelo. Luego de unos movimientos en el avión, la temperatura ambiente sube y, como ella lleva horas de encierro y sin comer, comienza a delirar. Se desvanece y en su fantasía de colores, la visitarán diversos personajes que la ayudarán a resolver y sanar aspectos de su vida. Su “rescatista”, Juan Carlos, su madrastra (a quien podrá enfrentar sin temor por primera vez) y, por último, su padre (que vendrá a pedirle perdón por haberla abandonado). Vuelve a dormirse, y, al despertar, confundida por lo que vivió, crea finalmente su canción y se siente preparada para aterrizar y comenzar así su nueva vida.

    Ficha técnica: Texto: Lalo Moro y Tatiana Santana Intérprete: Lalo Moro Dirección general: Tatiana Santana
    Dirección de arte y diseño de vestuario: Uriel Cistaro Fotografía y diseño gráfico: Andy Bertoncini Diseño de maquillaje: Joseph Sosuna Técnico de Streaming: José Poty Frías Realización de vestuario: Adriana Baldani Realización de títeres: Francisco Ramirez Productora Local: Beatriz Schwartz
    Videoclip Actúan: Paco Gorriz, Lorenzo Tamis, Seba Tornamira Composición musical: Tabaré Leyton Letra de canción: Lalo Moro y Tatiana Santana Producción musical: Santiago Martín Realización audiovisual: Manuel Fernández

    Minibio: El equipo se viene conformando y afianzando desde hace varios años. En 2012 Tatiana Santana y Lalo Moro iniciaron su tarea en común. Desde entonces, fueron frecuentes sus colaboraciones sobre el escenario con piezas aclamadas por la crítica especializada como: “Cachafaz”, “La Bestia rubia”, “Fanny y el almirante” y el Festival de Teatro Infantil PAKA PAKA en Necochea dónde fueron parte del equipo de programación ”

    22H-23H: BEIRA NOCHES!